1 de set de 2013

Aldeir Tôrres - Sem falhas

CBF promete não repetir os erros
Problemas enfrentados durante a Copa das Confederações, como a entrega tardia dos estádios, as condições ruins dos centros de treinamento das seleções, a dificuldade para compra e retirada de ingressos e a capacitação de voluntários, estão sendo resolvidos e não preocupam para a realização com sucesso da Copa do Mundo, em 2014, segundo o presidente da CBF e do COL – Comitê Organizador Local para a Copa do Mundo – José Maria Marin.

“A Copa das Confederações foi um teste para o COL e para a FIFA e o balanço geral do evento foi positivo. Claro que tivemos erros, mas eles serão corrigidos para a Copa do Mundo. Fizemos uma avaliação de todos, passamos por todas as 12 sedes para fazer uma análise e começamos os ajustes”, explicou Ricardo Trade. Segundo o executivo, há uma falta de conhecimento de tudo que foi e está sendo feito pelo COL. “O COL trabalha para realizar o melhor possível em favor da Copa do Mundo no Brasil, representando a FIFA. Trabalhamos com transparência e com uma equipe integrada, que está fiscalizando todas arenas, para que estejam prontas de acordo com o compromisso assumido”, reforçou Trade.

José Maria Marin comentou sobre o legado que a Copa do Mundo deixará, principalmente, em relação aos estádios. “O aproveitamento das arenas vai depender da criatividade dos dirigientes do futebol brasileiro, não acreditamos em elefantes brancos como foi falado. Basta ver que a média de público já cresceu nos campeonatos brasileiros com os novos estádios”, explicou. Marin também comentou a programação da CBF antes da Copa do Mundo. “Teremos o tour da taça nos próximos meses e o sorteio dos jogos, quando as cidades-sede vão saber onde cada país vai jogar”. 

O diretor-executivo do COL, Ricardo Trade, apresentou alguns números da Copa das Confederações. “Foram mais de 600 mil ingressos vendidos, e para a Copa do Mundo esse número chegará a quase 3 milhões. O programa de voluntários teve recorde de inscrições e vamos relançá-lo agora para selecionar mais profissionais com fluência em diferentes idiomas.  Só no período da Copa das Confederações foi gerado R$ 32 milhões em resevas de hotéis. São alguns números que mostram a importância que esses eventos têm para o Brasil em diversas áreas”, disse.

Marin finalizou dizendo que o maior legado que a Copa do Mundo pode deixar é a volta da família aos estádios e falou sobre o atual momento da seleção. “As pessoas querem conhecer as arenas, levar toda a família e ser bem tratadas. Isso é importante para valorizar o futebol brasileiro. Vencemos a Copa das Confederações, mas isso não dá euforia, nem excesso de confiança. Foi apenas uma etapa, temos um grande desafio pela frente e acreditamos que o Brasil vai chegar aonde todos desejam”, concluiu otimista.  
Aldeir Torres
Aldeir Torres

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